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Últimas notícias de coronavírus de 3 de março

O novo coronavírus já causou a morte de 2,9 mil pessoas na China e outras 120 em outras partes do mundo, de acordo com dados oficiais do governo chinês. Fora da China, o vírus segue se espalhando no Irã, Itália e Estados Unidos.

A França anunciou a quarta morte ligada à infecção e que vai confiscar estoque e produção de máscaras de proteção. Seis novos países confirmaram casos da doença até a tarde de segunda-feira (2), segundo o mais recente balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS): Armênia, República Tcheca, República Dominicana, Luxemburgo, Islândia e Indonésia.

Nesta terça-feira (3), o exame feito para detectar a presença do coronavírus no Papa Francisco deu negativo. As bolsas da China fecharam em alta devido à queda no número de novos casos no país. A Argentina confirmou o primeiro caso no país.

 

Destaques desta terça-feira:

 

 

 

Brasil

 

O Brasil segue com 2 casos confirmados e 433 casos suspeitos. Os dois infectados são brasileiros que estiveram recentemente na Itália. Eles estão em isolamento domiciliar.

 

Argentina confirma primeiro caso.

 

Um homem de cerca de 40 anos é o primeiro caso confirmado de coronavírus na Argentina. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde do país, Ginés Gonzales Garcia, nesta terça-feira (3). Segundo Garcia, o paciente chegou em Buenos Aires, no último domingo (1), após uma estadia na Itália e na Espanha.

 

Pequim impõe quarentena

 

O governo da China informou nesta terça-feira (3) que pessoas que chegarem à capital Pequim vindos de Itália, Irã, Japão e Coreia do Sul terão de ficar por 14 dias em quarentena, segundo a agência de notícias Reuters. Duas províncias do país, Xangai e Guangdong, já haviam imposto uma quarentena semelhante. A preocupação do governo é uma reintrodução do vírus no país.

 

Morre diretor de oftalmologia do Hospital de Wuhan

 

Morreu nesta terça-feira (3) o diretor do departamento de oftalmologia do Hospital de Wuhan, cidade chinesa considerada o epicentro do novo coronavírus. Mei Zhongming tinha 57 anos.

Mei trabalhava no mesmo departamento que o doutor Li Wenliang, que também morreu com o coronavírus. Li foi um dos primeiros médicos a alertar sobre o surgimento de uma nova doença, e que foi investigado pela polícia chinesa sob acusação de "espalhar boatos".

Esta é a terceira morte de médicos do Hospital de Wuhan. Além de Li e Mei, o doutor Jiang Xueqing morreu no dia 1º de março, aos 55 anos.

 

Bolsas da China fecham em alta

 

Os índices acionários da China fecharam em alta nesta terça-feira (3) diante da queda nos novos casos de coronavírus no país, enquanto as expectativas de ação coordenada para limitar o impacto da epidemia também ajudava o sentimento.

 

4ª morte na França

 

A França anunciou nesta terça-feira (3) a quarta morte ligada ao coronavírus no país, informou a Reuters. A primeira havia sido registrada em 26 de fevereiro. Mais de 100 escolas fechadas na França pelo coronavírus, segundo a AFP.